sexta-feira, 30 de março de 2018

Curta Taquary anuncia filmes selecionados para 11ª edição

março 30, 2018
Arte: J. Borges
A 11.ª edição do festival de cinema Curta Taquary , que acontece em Taquaritinga do Norte , entre os dias 16 e 21 de abril de 2018, anunciou os 74 obras curtas-metragens selecionados para exibição durante o evento. A curadoria deste ano contou com 11 membros que analisaram 368 curtas inscritos. 
O Curta Taquary apresenta mostras competitivas e não competitivas, sessões itinerantes em escolas públicas, palestras, oficinas, seminários, exposições e outras atividades, todas gratuitas. As exibições acontecerão na Praça Padre Otto Sailler, no centro da cidade e apresentará sete mostras competitivas : Mostra Brasil; Primeiros Passos; Dália da Serra; Universitária; Diversidade; Curtas Fantásticos; e Criancine. Além disso, terá cinco mostras paralelas: Olhares, Especial, Itinerante, VerOuvindo e Internacional.
Confira todos os curtas-metragens selecionados:
MOSTRA BRASIL

Curadoria: Amanda Ramos, Eduardo Morotó e Marcos Buccini

AS MELHORES NOITES DE VERONI – Dir. Ulisses Arthur (AL)
COR DE PELE – Dir. Livia Perini (PE)
GERÔNIMO – Dir. Anny Stone (PE)
MENINAS FORMICIDA – Dir. João Paulo Miranda Maria (SP)
O VESTIDO DE MYRIAM – Dir. Lucas H. Rossi (RJ)
PERIPATÉTICO – Dir. Jessica Queiroz (SP)
TORRE – Dir. Nádia Mangolini (SP)
UNIVERSO PRETO PARALELO – Dir. Rubens Passaro (SP)

MOSTRA PRIMEIROS PASSOS

Curadoria: Amanda Ramos, Itamar Borges e Tuna Dwek

A FORMIDÁVEL FABRIQUETA DE SONHOS MENINA BETINA – Dir. Tiago Ribeiro (RS)
CABELO BOM – Dir. Swahili Vidal, Codireção de Cláudia Alves (RJ)
CONATUS – Dir. Gustavo McNair (SP)
SÓ POR HOJE – Dir. Sabrina Garcia (RJ)
UMA BALADA PARA ROCKY LANE – Dir. Djalma Galdino (PE)
VOCÊ CONHECE DERRÉIS? – Dir. Veruza Guedes (PB)

MOSTRA DÁLIA DA SERRA

Curadoria: Devyd Santos e Karla Ferreira

ANA – Dir. Vitória Felipe (SP)
CAFUNDÓ & ESCONDIDO – Dir. Tomaz Davi de Aquino, George Lima, Emílio Marru (CE)
CONTOS E MAGIA DO PAÓ – Dir. Coletiva (PB)
CORES FEMININAS – Dir. Bárbara Hostin, Giu, Júlia Karam, Juliana Trevas, Maria Cardozo, Roberta Garcia, Sylara Silvério (PE)
GEISIELY COM Y – Dir. Mery Lemos (PE)
ISIDORO – Dir.Vania Fernandes e Izaltina Gonzaga (CE)
O RASTRO – Dir. Coletiva (AL)
TAXIDERMIA – Dir. Estúdio Escola de Animação (RJ)

MOSTRA UNIVERSITÁRIA

Curadoria: Amanda Mansur e Bertrand Lira

2:59 – Dir. Antonio Vasconcelos e Christian Pinheiro (PE)
ASMODEA – Dir. Thais Lima (RJ)
BRAÇOS VAZIOS – Dir. Daiana Rocha (ES)
CORPO STYLE DANCE MACHINE – Dir. Ulisses Arthur (BA)
ENTOADO NEGRO – Dir. Valtyennya Pires (PB)
LA LOBA – Dir. Julia Nicolescu (RJ)
LUTO – Dir. Edu Camargo (SC)
MARIA ADELAIDE – Dir. Catarina Almeida (RJ)
PROCURA-SE MARINA – Dir. Yolanda Margarida (GO)

MOSTRA DIVERSIDADE

Curadoria: Amanda Mansur, Amanda Ramos e Bertrand Lira

AINDA NÃO – Dir. Julia Leite (SP)
BALA PERDIDA – Dir. Sylara Silvério (PE)
BAILE DE FORMATURA – Dir.Lufe Steffen (SP)
JOÃO OU MARIA? – Dir. Mari Angela Magalhães (SP)
NA ESQUINA DA MINHA RUA FAVORITA COM A TUA – Dir. Alice Name-Bomtempo (RJ)
NO FIM DE TUDO – Dir. Victor Ciriaco (RN)
SOBRE UMA BORBOLETA E SEU CASULO – Dir. R.B. Lima (PB)
TRANS – Dir. Marcos Magalhães (RJ)

CURTAS FANTÁSTICOS

Curadoria: Alexandre Soares Taquary e Marcos Buccini

A RETIRADA PARA UM CORAÇÃO BRUTO – Dir. Marco Antonio Pereira (MG)
B.O.Y– Dir. Lucas Sá (MA)
CEST NE PA UN FILM – Dir. Igor Lopes / Túlio Vasconcelos (PE)
COSMOS (IN VITRO) – Dir. Rodrigo Faustini dos Santos (SP)
MARIA CACHOEIRA – Dir. Pedro Carcereri (MG)
MIGRAÇÃO- Dir. Cassiana Der Haroutiounian (SP)
O ESPELHO – Dir. Dynho Silva (RN)
ULTRAVIOLETA – Dir. Dhiones do Congo (PB)

MOSTRA CRIANCINE

Curadoria: Devyd Santos e Rosinha Assis

O MENINO LEÃO E A MENINA CORUJA – Dir. Renan Montenegro (DF)
PEDRO E O VELHO CHICO – Dir. Renato Gaia (MG)
PRÓXIMA – Dir. Luiza Campos (SP)
SOLITO – Dir. Eduardo Reis (RS)
UMA AVENTURA NA CAATINGA – Dir. Laercio Filho (PB)

MOSTRA OLHARES
ESCOLHAS – Dir. Ivann Willig (RJ)
ESTÁ TUDO AQUI…EM ALGUM LUGAR – Dir. Fabi Penna(SC)
O CONSERTADOR DE COISAS – Dir. Marcos Buccini (PE)
SULANCA (PE) – Dir. Kátia Mesel
VENTRE MORTO – Dir. David Henrique (PE)
VIDAS CINZAS – Dir. Leonardo Martinelli (RJ)
WONDERFULL – MEU EU EM MIM – Dir. Dário Jr (AL)

SESSÃO ESPECIAL
ENQUANTO O SOL SE PÕE – Dir.Márcia Lohss (RN)
O ESQUEMA – Dir. Caio Dornelas (PE)
MENINA BANDA- Dir.: Breno Cesar (PE)
REPULSA – Dir. Eduardo Morotó (PE)
VENDO – Dir. João Vigo (PE)

MOSTRA ITINERANTE
LÁPIS DE COR – Dir. Larissa Fulana de Tal (BA)
MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA – Dir. Diego Lopes e Claudio Bitencourt (PR)

MOSTRA VEROUVINDO

Em parceria com o Festival VerOuvindo

CATIMBAU – Dir. Lucas Caminha (PE)
FOTOGRÁFICA – Dir. Tila Chitunda (PE)
UM BRINDE – Dir. João Vigo (PE)

MOSTRA INTERNACIONAL
BIOGRAFÍA DE VIOLETA PARRA CANTAR CON SENTIDO – Dir. Leonardo Beltrán (Chile)
IRMA – Dir. Alejo Schettini y Germán Tejeira (Uruguai)
LA BOUCHE Dir. Camilo Restrepo (França)
PALENQUE Dir. Sebastián Pinzón Silva (Colombia)
LAS NIÑAS DE UCHITUU – Dir. Helena Salgueiro (Colômbia)

Informações: ASCOM

Lançado edital para composição das comissões de análise do Festival de Inverno de Garanhuns 2018

março 30, 2018

A Secult-PE e a Fundarpe lançam o Edital Estadual para Composição das Comissões de Análise de Mérito Artístico-Cultural do 28º Festival de Inverno de Garanhuns. O objetivo é selecionar profissionais que irão analisar as propostas de programação enviadas ao Edital Nacional do FIG.

Serão aceitas inscrições de pessoas físicas, maiores de 18 anos, estabelecidas ou domiciliadas em Pernambuco há, pelo menos, 06 (seis) meses, que comprovem experiência profissional no segmento para o qual se inscreveu, na análise de projetos culturais em editais ou concursos, ou ainda, que tenham realizado curadoria, crítica especializada ou participado de comissão julgadora em festivais, prêmios ou mostras etc.

O período de inscrições é de 11 a 20 de abril de 2018. 

Confira AQUI o Edital e seu anexo.


quarta-feira, 28 de março de 2018

Coluna Garanhuns: Memórias e Inspirações

março 28, 2018

OLHARES SOBRE A CIDADE

Ígor Cardoso*


Faz uns sete anos que ouvi, pela primeira vez, a música “Beija-flor”, da banda garanhuense “Muendas”. Havia-os descoberto pouco antes, no portal de música independente “Palco MP3”, e ainda teria a grata oportunidade de assistir a uma apresentação deles no “teatro-locomotiva” de nosso Centro Cultural.

Foi amor à primeira audição:

“A flor que nasceu na serra
Foi beija-flor que beijou; (…)
Hoje só resta a lembrança
Do tempo bom que passou...”

Desde então, sempre que regresso à terrinha – ao divisá-la, logo após Jupi e Neves, altaneira e majestosa no alto da mítica serra dos Garanhuns –, solto o “play” no som do carro. E deixo o romance cantado pelos artistas conterrâneos transfigurar-se em minha própria história de amor com o torrão natal...

É curioso porque, à medida que a bela paisagem “beijada pelos colibris” inspira meus olhos “Ad Altiora”, às alturas, vão-me passando pela mente lembranças – algumas, próprias; outras, imagens como a da fundadora, a mameluca Simoa Gomes, a cavalgar seus arredios corcéis por entre a mataria agreste, semivirgem, recém-conquistada aos negros do Magano; ou como a do genial cientista Ruber van der Linden, flagrado em campo – terno branco, mãos à cintura –, a implantar, diligentemente, a “nova Garanhuns” que projetara, a “Heliópolis” do sonho por ele partilhado com o visionário prefeito Euclides Dourado.

                                                     Foto: Ígor Cardoso

Memórias, como diria a amiga Luzilá Gonçalves, de tempos que não vivi, mas dos quais tenho saudades...

Garanhuns é bem isso, para mim e para tantos de seus filhos: memórias e inspirações. Por tal razão, ao receber o delicioso convite para assinar uma coluna sobre a “petite patrie” para o “Falando Francamente”, o ótimo blog dessa entusiástica filha-adotiva da “Terra de Simoa” que é Amannda Oliveira, não vacilamos muito na escolha do título.

Em nossa percepção, parece existir, a impregnar o imaginário dos  garanhuenses, uma intrigante ambivalência entre o novo e o velho, entre o progresso e a tradição, entre as percepções, enfim, de “Cidade das Flores” e de “Cidade do Já Teve”.

Flávio Lyra, nosso vigoroso memorialista, já chamava atenção, em excelente artigo, para o fato de que, entre nós, se, de um lado, ocorre uma difundida atitude de exaltação às belezas da cidade, traduzida em um orgulho, em essência, contemplativo e retórico; por outro, verifica-se uma prática, concomitante e paradoxalmente, devastadora, flagrantemente atentatória contra a paisagem e o patrimônio locais.

É provável que o discurso adotado em tal ou qual momento – seja de valorização, seja de inconformismo – recaia em perspectivas arraigadas, automatizadas em nosso senso comum.

A esse respeito, a escritora Neide Tavares possui uma crônica, intitulada “Cidade Serrana”, pela qual sou apaixonado, veiculada em suas “Lembranças de Garanhuns e outras mais”. Nela, a dileta amiga, rara poetisa da prosa, narra a descoberta da menina em relação à cidade onde nascera e se criara, porém para a qual nunca despertara.

Tudo começou com um poema, lido em um almanaque, a ressaltar-lhe os méritos de “serrana”; ato contínuo, o diálogo transformador com uma visitante:

“Somente notei que (minha terra era diferente das outras cidades do Nordeste) quando uma jovem veio passar uns dias aqui e não tinha agasalho para sair à noite, mesmo em pleno verão. Indaguei por quê. Ela me afirmou que, nas outras cidades, ninguém usava abrigo contra o frio, porque o clima era quente. Depois disso, gostei ainda mais de Garanhuns. Ela era especial. A gente se habitua à terra onde nasceu, e as coisas se tornam tão comuns que não se olham essas pequenas diferenças que a tornam singular”.

A terra onde nasci sempre me tocou profundamente, e, embora nela tenha habitado por muito menos tempo do que gostaria, sempre me considerei sortudo de poder fazer jus a um vínculo tão especial. Entendo, por outro lado, que aos que nela sempre viveram seja difícil manter o olhar inspirado para além das contingências do dia-a-dia.

São os riscos de habituar a percepção – tudo se transforma em reles evidência: o frio e a neblina; a água mineral abundante; os dois parques ancestrais e as diversas áreas verdes; os monumentos e os recantos pitorescos; os tradicionais colégios e as faculdades; o cinema e o circuito gastronômico; a qualidade de vida nas calçadas e nos passeios, sem o tormento dos congestionamentos e das buzinas ensurdecedoras – cidade ainda humanizada, apesar da recente “ditadura do asfalto”, e resistente à encapsularização.

Foi justamente para não sucumbir a esses riscos que sempre respondi “não” quando me perguntavam se, algum dia, eu desejaria morar em Paris. Paris não é cidade para a gente se acostumar; para passar batido pelo Arco e pela Eiffel, como se eles fossem reles evidências na paisagem...

Já por Garanhuns, e só para poder tê-la, de novo, como cenário de minha existência, eu me disporia a viver com todos os necessários alertas ligados.

A terra onde nasci sempre me tocou profundamente, mas foi o poema de sua singularidade que direcionou minha curiosidade e minhas melhores atenções para ela, levando-me a querer romper o “véu” da evidência, a descobrir o porquê de ela ser assim, tão ímpar. Nem tudo são versos na “Cidade Poesia”, nem a isso me proponho: a erguer-lhe um altar divinizado. Mas, sim, a tentar levantar voo por sobre o automatismo e a polarização, contextualizando-lhe historicamente as facetas, a fim de que nos seja possível pavimentar-lhe um presente e um futuro de maior equilíbrio.

Há menos de um mês, vejam só, celebrávamos a data cívica municipal, o “Dia de Garanhuns”, e um meio de comunicação regional, ao aludir à ocasião, investiu mais da metade da matéria em reproduzir as queixas dos moradores em relação à cidade. Pensei: “Rapaz, esse derrotismo impregnado deve ser coisa contagiosa, e esta cidade precisa voltar a se lembrar do que faz, antes de ser logo invocada pelo que deixa de fazer...”

Ora, o professor Michel Zaidan tem razão ao afirmar que é preciso, urgentemente, trabalhar a autoestima dos cidadãos, sem perder de vista o horizonte crítico. Assim, nestas “Memórias e Inspirações”, procuraremos prestar nosso modesto concurso a tão nobre causa, valendo-nos da História como poderosa aliada.

Permitamo-nos, neste espaço, olhar a cidade despidos dos tradicionais preconceitos, como uma criança que acabasse de descobri-la...

Ígor Cardoso é escritor da Academia de Letras e pesquisador do Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns.

terça-feira, 27 de março de 2018

Prefeitura de Arcoverde realiza Operação Semana Santa

março 27, 2018



A Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura de Arcoverde está realizando a Operação Semana Santa, que consiste na realização de serviços de capinação, varrição de vias, pintura de meio fio, tapa buracos, melhoria da iluminação pública e terraplenagem. A Operação está concentrada nas ruas de acesso ao Cruzeiro Novo e nas vias por onde percorre a Procissão da Sexta-feira Santa.

“Nesta quarta-feira (28) começa a terraplenagem no trecho de acesso ao Cruzeiro Novo. Também será realizada a capinação de toda a beira canal, a área em torno da Estação da Cultura, Pátio da Feira de São Cristóvão, Viaduto e o trecho entre o Esporte Clube e a entrada da estrada de Ipojuca”, afirmou o secretário de Serviços Públicos, Freed Gomes.
A prefeita Madalena Britto explica que “o objetivo, com essa atenção especial, é possibilitar aos milhares de fiéis mais acessos para que possam participar das procissões promovidas pela Igreja Católica. Dessa forma, haverá mais segurança para que possam participar desse momento em que se celebra o tríduo pascal”.
ASCOM

Serviços de saúde deverão ter prazo para notificar violência contra a mulher

março 27, 2018
Serviços de saúde públicos e privados terão prazo de cinco dias contados da data de atendimento da mulher vítima de violência para informar o fato à polícia ou ao Ministério Público. Essa exigência está em projeto de lei (PLS 308/2016) do senador Elmano Férrer (PMDB–PI), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O projeto será enviado à Câmara dos Deputados se não houver recurso para que seja votado pelo Plenário do Senado.
A proposta altera a Lei 10.778/2003, que já determina a notificação compulsória dos atos de violência doméstica, mas sem fixar prazo ou definir os órgãos destinatários.
"Embora a legislação já obrigue os profissionais dos serviços de saúde, públicos e privados, a realizar a notificação compulsória dos atos de violência doméstica, é certo que não foram fixados os órgãos destinatários da comunicação, tampouco o prazo para que ela se efetive, o que torna a exigência frágil", comentou Elmano na justificação do PLS 308/2016.
Ao dar parecer favorável à proposta, a relatora na CCJ, senadora Simone Tebet (PMDB-MS), ressaltou que a medida sugerida por Elmano resolve dois problemas: para quem e quando deve ser feita a notificação de violência contra a mulher.
Simone Tebet também manteve a emenda de redação ao projeto, já aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Agência Senado

Sesc realiza cortejo Ditirambo em homenagem ao Dia Mundial do Teatro

março 27, 2018

E nesta terça-feira, 27 de março, o Sesc Arcoverde realiza o cortejo Ditirambo em homenagem ao Dia Mundial do Teatro. A concentração acontecerá à partir das 16h no Sesc e segue em direção a Estação da Cultura com apresentações e participações de Som na Rural , Felipe Morais , Juliana Aguiar, Ju Vieira , George Silva , Coco Trupé , Coco irmãs Lopes , Baque Mulher , Boi Diamante , Boi Maracatu , Boi Fantástico , Laranjão , Estação da cultura , Escola Sesc de Teatro , Riso da Terra e Viajantes.

Nada melhor para comemorar uma data tão linda né?

Amannda Oliveira

“Só Saudade” e “Bonita” estarão no disco de Fernanda Takai em homenagem a Tom Jobim

março 27, 2018
Foto: Quinho Mibach

Em estúdio finalizando as gravações do álbum “O Tom da Takai”, uma homenagem a Tom Jobim, Fernanda Takai revela parte do repertório. Ela buscou, junto da dupla luxuosa de produtores e arranjadores formada por Marcos Valle e Roberto Menescal, produzir novos arranjos para canções menos regravadas do que os clássicos mais conhecidos. Entre as 12 do álbum estão as músicas “Só Saudade” e “Bonita”: “Nós não pensamos nas coisas mais conhecidas ou óbvias para o repertório. Focamos na voz da Fernanda, como diz o título, no que ficaria muito bom no ‘tom da Takai’. E acredito que acertamos em cheio”, diz Menescal.

Menos conhecida do grande público, “Só Saudade” é uma composição de Tom Jobim com Newton Mendonça, de 1956. Figurando entre os grandes sucessos do disco, “Bonita” tem letra em inglês assinada por Ray Gilbert e Gene Lees: “O álbum está ainda mais lindo do que a gente poderia imaginar. Um entrosamento enorme entre os músicos e as canções. Horas de trabalho no estúdio que se transformam em puro doce de leite”, conta Takai

"Procuramos alguns Lados B do Maestro, mas nem por isso, com menos qualidade. E músicas que se adequassem ao estilo e à voz suave e personalíssima da Fernada Takai”, explica Marcos Valle. “Buscamos também trazer novidades nos arranjos, porém sem tirar a característica do Tom”.

“O Tom da Takai” tem previsão de lançamento para final de abril pela gravadora Deck.

Marcus Cesar

Prefeitura de Garanhuns divulga prazo para inscrições de artesãos no Viva Dominguinhos

março 27, 2018
A Secretaria de Turismo e Cultura de Garanhuns dá continuidade ao planejamento do Viva Dominguinhos. Sendo assim, de 02 a 06 de abril está aberto o prazo para inscrições de artesãos que desejem vender os produtos durante o evento. Os interessados, já cadastrados, devem ir até à sede da Secretaria, localizada no Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti, das 8h às 13h. 

O Viva Dominguinhos será realizado de 19 a 21 de abril pela Prefeitura de Garanhuns por meio da Secretaria de Turismo e Cultura.

ASCOM

Dia Mundial da Saúde no Sesc Arcoverde vai promover ação de saúde para mulheres

março 27, 2018
O câncer de colo do útero é o terceiro mais frequente na população feminina, perdendo apenas para o de mama e o do colorretal. No Brasil, está em quarto lugar no ranking de causas de morte de mulheres por câncer. E para este ano, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que surjam cerca de 16 mil novos casos da doença no país. Para que as mulheres de Arcoverde possam obter informações sobre o assunto, o Sesc Arcoverde promove, no dia 4 de abril, uma ação de saúde em que vai ser oferecido o exame de Citologia.

Das 15h às 19h, as mulheres terão a oportunidade de passar pelo exame, que será oferecido de graça, e receber orientações sobre os perigos da doença. “É uma forma de levarmos conhecimentos ao público feminino sobre um problema que causa tantas mortes no país. O Sesc tem como um de seus objetivos o bem estar das pessoas e levar esclarecimento sobre as questões relacionadas à saúde. E nada melhor do que celebrar o Dia Mundial da Saúde, que será comemorado no dia 7 de abril, com esta ação aqui na nossa unidade”, afirma ÁguidaCardeal, gerente do Sesc Arcoverde.

Educação em Saúde do Sesc - O Sesc promove ações de saúde que incluem prevenção, orientação e acompanhamento para crianças, jovens, adultos e idosos. O público é atendido tanto nas unidades quanto em ações descentralizadas que acontecem em escolas, praças, comunidades ou locais de fácil acesso aos comerciários e público em geral. Uma das iniciativas consagradas na área é o projeto Colmeia - Feira de Saúde e Cidadania que tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida e resgatar a cidadania da população, unindo medidas educativas e preventivas. Há 20 anos, o Colmeia reúne uma rede de parceiros para oferecer serviços gratuitos de saúde e cidadania, como exames rápidos, orientações sobre cuidados com a saúde, serviços de beleza, procedimentos jurídicos, entre outros.

Serviço – Dia Mundial da Saúde do Sesc Arcoverde
Exame de Citologia
Data: 04 de abril de 2018
Local: Sesc Arcoverde – Avenida Capitão Arlindo Pacheco de Albuquerque, 364, Centro
Horário: das 15 às 19h
Entrada gratuita
Informações: (87) 3821-0864

Claudio Rodrigues

11ª edição do “Festival Grito Rock” em João Pessoa divulga programação

março 27, 2018
Imagem: Central Comunicação
A cidade de João Pessoa realiza nos dias 30 e 31 de março, a 11ª edição do “Festival Grito Rock”, que acontece no Centro Histórico de João Pessoa. O evento contará com 38 atrações divididas em cinco palcos. O festival começa às 14h e além dos shows, acontecem também exposição de artes visuais, intervenções cênicas e literárias, oficinas, foodpark e feira cultural. 

Os shows acontecem nos dois pisos do Hera Bárbara, na Vila Do Porto e na Praça Anthenor Navarro, onde haverá um palco estruturado em parceria com a Prefeitura de João Pessoa

Homenagem Este ano, a equipe colaborativa que compõe a organização do Grito Rock decidiu homenagear o produtor musical Carlos Eduardo Miranda, falecido na última quarta feira (22), que teve um papel inquestionável na renovação da música brasileira nas últimas décadas. Por esta razão, o nome do palco montado na Praça Anthenor Navarro leva o nome de Miranda, como o produtor era carinhosamente conhecido. 

Veja a programação do Grito Rock João Pessoa 2018: 

Data: 30 de março (sexta) - ABERTURA DO EVENTO 

21h – Vernissage Expo.Grito 22h - Show D_M_G Local: Centro Cultural Espaço Mundo Entrada gratuita 

Data: 31 de março (sábado) 

A partir das 14h - Foodpark e Camelô 2.0 

14h – Oficina “Preparação Musical para Atuação no Exterior”, com Marcos Rosa Local: Centro Cultural Espaço Mundo 

14h – Oficina de Bateria, com Victor “Vespa” Alves Local: Hera Bárbara - Térreo 

14h – Oficina de Penteados Afro, com Jake Furtado Local: Hera Bárbara - 1º piso 

16h - Início dos shows 

PALCO MIRANDA Local: Praça Anthenor Navarro About The Blues, Flotilha em Alta-terra, Flamenhell, Vieira, banda-fôrra, Nectar do Groove, Sinta a Liga Crew e Autopse(AL) + Sarau Selváticas #MariellePresente

PALCO MUNDO Local: Centro Cultural Espaço Mundo Monsenhor Lunático, Malacares, Flor de pedra, JahBre, Diablo Angel (PE), Electro Bromance, Chico Limeira, Parahyba Ska Jazz Foundation 

PALCO HERA Local: Hera Bárbara - Térreo Carrapato’s, Venus In Fuzz, Banda Matriarcaos, Coalizão, Sea of Monsters, Galactic Gulag (RN), Margaridas em Fúria, Matakabra (PE) 

PALCO BÁRBARA Local: Hera Bárbara - 1º piso Roms Mc , MedusaLive (CG), Jamila, HxxX, Gringa MC, MC Priguissa (RN), Rieg, Ayabass, Luana Flores 

PALCO VILA Local: Vila do Porto JVNO, Hōzen (CG), Fuga de Saturno, VINAA (MA).

Assessoria de Comunicação

Vertin Moura lança disco " Pássaro Só"

março 27, 2018


O cantor e compositor arcoverdense Vertin Moura lança na próxima sexta-feira (30), no Teatro Parlapatões, o seu mais novo álbum " Pássaro Só". O disco conta com participações de Giovanna Colucci e Rafaela Romam com capa do criada pelo artista visual Rodrigo Braga.

Nadando contra a corrente das superproduções, a aposta do artista é na simplicidade dos arranjos e na naturalidade do processo de gravação caseira. O resultado é um álbum repleto de originalidade e força que gira exclusivamente em torno de um “eu-cantor” e de um “eu-violonista”. Gravado quase todo na casa do artista no Recife e predominantemente ao vivo, Pássaro Só revive o processo corajoso de registro experimentado por nomes inesquecíveis da música pernambucana, a exemplo do poeta, compositor e violonista Zeto.    

“Quando idealizei o álbum, pensei  em uma proposta intimista, em cantar as canções próximas de como elas são produzidas. No caso, eu e meu violão. O aparato do megashow, a banda, a grande equipe técnica, tudo isso foi deixado de lado na ideia de levar uma forma crua, visceral de fazer música”, diz. Dessa forma, Vertin recorre às próprias asas para se lançar em voo solo, colocando-se como cantor, compositor e violonista (único instrumento usado em palco no show). 

“Chamo espetáculo porque me dediquei a levar para o palco minha vivência cênica, que se tornou o conceito do trabalho. Então, cada vez que as ideias viravam roteiro, se materializavam, eu começava a entender que o álbum/show estava conectado ao teatro. A performance, a luz, o figurino, o roteiro das canções transformaram-se na grande aparelhagem para o show Pássaro só acontecer”, completa Vertin, que também é ator e integrou os elencos de filmes como Big Jato de Claudio Assis e mais recentemente da série 3%, sucesso internacional pela plataforma Netflix . 

Conheça as faixas do disco:

Samba pra resistir 
Dança dos passarinhos 
Pássaro Só 
Ouriço 
Vaga-lume
 
Viva 
Há dois 
Reverter 
Qual é sua cor?
Domingos 
Viveiros

O disco já está disponível nas plataformas digitais como YouTube, Spotify, Deezer, Napster Google Play e ITunes.

Tatiana Diniz