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Blog Falando Francamente ganha apoio do Ministério Público no diagnóstico sobre violência contra o professor

Dr. Carlos com o diagnóstico sobre violência do Blog Falando Francamente

O Blog Falando Francamente ganhou um aliado de peso no diagnóstico sobre violência contra o professor na cidade de Arcoverde.

Esta blogueira que vos escreve se reuniu na tarde desta segunda-feira (22), no Ministério Público com o Promotor de Justiça de Cidadania, Infância e Juventude de Arcoverde Dr. Carlos Eduardo. No encontro , o promotor ficou conhecendo em detalhes as causas que levaram a criação do diagnóstico e como os dados serão apresentados a sociedade arcoverdense.

Dr. Carlos nos informou que as escolas da cidade estão recebendo a portaria de número 004/2001 que sintetiza o combate a violência nas escolas e esclarece que entidades devem ser acionadas  em casos de violência ocorridos no ambiente escolar contra o professor.

A pesquisa registrada em cartório do nosso blog já está percorrendo as escolas municipais e particulares e deverá chegar em breve as estaduais.

Amannda Oliveira 

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1 Comentários

  1. Esperamos, então, que esta seja a tão sonhada luz no fim do túnel. Nós, professores da Escola Municipal Adalgiza Cavalcanti, na Vila do Presídio nos sentimos abandonados à mercê da sorte. Por várias vezes muitos de nós já fomos ameaçados por pais que não aceitam os limites impostos pelas regras de convivência e querem que seus filhos ajam na escola da mesma forma que em casa, ou seja, sem nenhuma educação. A escola já foi várias vezes invadida, teve a sala de leitura parcialmente incendiada, janelas quebradas, merenda roubada, material didático roubado ou destruído. Damos aulas com as janelas fechadas, porque muitos alunos já foram feridos com pedras atiradas pelo lado de fora da escola, inclusive tendo que ser conduzido ao hospital para ter medicado. Isso quando não jogam pedaços de paus, sacos plásticos com urina que estoura no meio na sala, restos de comidas podres etc. E tudo continua do mesmo jeito! O muro que circula a escola é muito baixo e até crianças de 5 anos andam sobre ele... Mas nos dizem que a lei impede que o muro seja aumentado, ou protegido de outra forma porque lá não é presídio e sim, escola. E assim ficamos totalmente desprotegidos. Nós gostaríamos muito que o Dr. Carlos Eduardo pudesse comparecer a nossa escola e promover uma palestra para a comunidade dizendo da responsabilidade de cada um e quais os encaminhamentos para determinadas situações do dia-a-dia. Fica registrado o nosso apelo.

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