Um estudo publicado na revista Nature Neuroscience identificou dois padrões distintos de funcionamento cerebral em pessoas com autismo: um com menor comunicação entre regiões do cérebro (hipoconectividade) e outro com comunicação mais intensa (hiperconectividade).
A descoberta ajuda a explicar por que o transtorno se manifesta de formas tão diferentes entre os indivíduos. Ao analisar exames de quase mil pessoas com autismo e cruzar os dados com pesquisas genéticas e biológicas, os cientistas encontraram indícios de que cada padrão está ligado a mecanismos diferentes do organismo — um associado às sinapses e outro ao sistema imunológico. Os resultados reforçam que o autismo não é uma condição biologicamente uniforme e abrem caminho para diagnósticos e acompanhamentos mais personalizados no futuro, alinhados às características de cada pessoa.
R7. com

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