sábado, 20 de agosto de 2011

Dom Pedro I contribuiu para a história da fotografia


Desde sua invenção, a fotografia conquistou espaço no cotidiano das pessoas, retratando costumes, artes e cultura, além de se tornar uma fonte de renda para muitos trabalhadores. Os profissionais dessa área devem estar atentos ao mercado e a evolução tecnologia, que está em desenvolvimento sempre. A exploração comercial desta atividade é continuamente crescente, oferecendo oportunidades de emprego a milhares de pessoas.
A fotografia pode ser direcionada para várias áreas trabalhistas: jornalística (documentando fatos ou áreas comerciais), publicitária (produzindo conteúdo para a as principais empresas brasileiras), pericial, área de edição e manipulação de imagens com ajuda de softwares de computadores, além de fotografar pessoas para books ou desfiles de moda.
Mas, para isso, é necessário estudar. Hoje, diversos cursos já estão espalhados pelo Brasil para formar e qualificar os interessados em seguir essa profissão.

História
Imperador Dom Pedro II contribuiu para o desenvolvimento da arte no PaísNo Brasil, a história da fotografia começa em 1839, com a chegada do daguerreótipo (uma das primeiras formas de reprodução fotográfica) ao Rio de Janeiro. Neste equipamento, a imagem era formada sobre uma camada de prata polida, aplicada sobre uma placa de cobre e sensibilizada em vapor de iodo.
O Imperador Dom Pedro II, um fotógrafo apaixonado, também contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da arte no país. Em viagem a Paris, em 1840, comprou um daguerreótipo e, com menos de 15 anos, já registrava as primeiras impressões sobre o Brasil através do equipamento.
O século XX, mais precisamente a década de 1940, é considerado um momento de virada na estética moderna da fotografia brasileira, em que a produção começou a deixar o aspecto documental para se tornar uma expressão artística.
Nesse período, os fotógrafos passaram a realizar experimentações com as artes plásticas. Também entre os períodos de 1940 e 1950, tem início a produção do fotojornalismo em revistas e jornais como O Cruzeiro, Manchete e Última Hora.
Junto com a expansão do mercado profissional de fotografia nos anos de 1950 e 1960, museus e galerias de arte recebiam cada vez mais trabalhos, que oscilavam entre documentais e experimentais.
Entre os nomes mais importantes do Brasil nesta área está o de Sebastião Salgado, conhecido internacionalmente. Repórter fotográfico desde a década de 1970, o artista ficou conhecido por ensaios temáticos dedicados às questões sociais e a realidade brasileira.
Fonte: Texto retirado do www.brasil.gov.br

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