Nova lei garante trombolíticos em UPAs e unidades de emergência do SUS

Imagem: Ministério da Saúde

Uma recente medida legislativa promete impactar diretamente o atendimento de urgência no país ao ampliar a oferta de medicamentos trombolíticos em toda a rede de urgência e emergência do SUS, incluindo as UPAs.

O que são os trombolíticos e como atuam Os trombolíticos são medicamentos intravenosos de uso hospitalar encarregados de dissolver coágulos sanguíneos que obstruem a circulação. Eles são indicados no tratamento de emergência para casos específicos de:

  • Infarto agudo do miocárdio (em situações em que outros procedimentos de desobstrução não estão disponíveis no tempo recomendado);

  • Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico.

A agilidade na administração dessas substâncias é vital: quando aplicadas o quanto antes, as chances de sobrevivência do paciente aumentam significativamente, enquanto o risco de sequelas permanentes cai substancialmente.

Mudanças na rede de atendimento e monitoramento Embora os trombolíticos já fizessem parte dos protocolos clínicos do SUS para infarto e AVC, a nova lei expande a distribuição para que mais unidades da rede primária de urgência estejam preparadas para iniciar o tratamento imediatamente.

Essa medida beneficia diretamente os pacientes que se encontram distantes dos grandes centros ou de hospitais especializados. Com a mudança, o primeiro atendimento e a medicação inicial podem ser realizados na UPA mais próxima antes de o paciente ser transferido com maior segurança para uma unidade de referência.

Para garantir a eficiência da medida, a legislação também estabeleceu a criação de um comitê responsável por acompanhar a disponibilidade dos medicamentos, a qualidade do atendimento e a continuidade do cuidado com os pacientes.

Orientação à população Em casos suspeitos de infarto ou AVC, o tempo de resposta é o fator mais determinante para o sucesso do tratamento. A orientação das autoridades de saúde é procurar imediatamente um serviço de urgência e emergência ao notar os primeiros sinais. Mais detalhes e informações oficiais sobre os protocolos podem ser consultados no portal.

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