segunda-feira, 25 de maio de 2020

Juliano Holanda lança novo single neste 29 de maio

Com participação especial do músico Paulo Rafael, “Eu, Cata-vento” é o primeiro projeto solo de Holanda desde 2016

Foto:Tiago Calazans

Chega às plataformas digitais de streaming, neste dia 29 de maio, a mais nova música de trabalho do cantor, compositor e músico pernambucano Juliano Holanda. A canção “Eu, Cata-vento”, de sua autoria, é o primeiro single do seu próximo disco “Sobre a Futilidade das Coisas”, o terceiro de sua carreira, previsto para chegar completo ao grande público no segundo semestre de 2020.

A faixa conta com a participação do músico Paulo Rafael – da banda Ave Sangria, que sola na guitarra em duo com a voz de Holanda, que canta o saber fluir dos ventos. “É uma canção que fala sobre mover e ser movido. Sobre criar e ser criado. A sinergia das coisas do mundo”, poetiza o músico, que une o minimalismo ao lirismo da canção brasileira no novo trabalho.

Gravado no estúdio Muzak, no Recife, o single sai pelo selo Dubas, com realização da Anilina Produções e Soluções Criativas. Já o disco, ainda sem data de lançamento, vem sendo gestado há quase três anos, resultado de vivências musicais intensas nesse período, num processo natural, orgânico e sem prazos rígidos. “A intenção é lançarmos mais singles nos próximos meses, para o público ir conhecendo o disco aos poucos”, afirma o artista.

“Eu, Cata-vento” quebra um hiato de quatro anos desde o lançamento do último trabalho solo de Holanda, o compacto em vinil “Espaço-tempo” (2016). De lá para cá, uma maratona de produções, shows, oficinas e participações em festivais absorveu o artista pernambucano, que colaborou com canções suas aos repertórios de nomes como Almério, Elba Ramalho, Filipe Catto, Ceumar e Zélia Duncan.

+ SOBRE O ARTISTA: Juliano Holanda é natural de Goiana-PE e iniciou na trajetória artística em fins dos anos 1990. Atuou como músico ao lado de artistas como Zeh Rocha, Alessandra Leão, Erasto Vasconcelos e a Orquestra Contemporânea de Olinda, da qual faz parte até hoje. Nos anos 2010, iniciou carreira solo lançando dois discos em 2013 - “A Arte de Ser Invisível” e “Pra saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto”.

Naturalmente, passou a trabalhar com produção musical, tendo produzido mais de 50 discos nos últimos anos, entre eles os de Ave Sangria, Bongar, Almério, Isadora Melo, Lucas Torres, Joana Terra e Alexandre Revoredo. Já compôs cerca de 500 canções, tendo algo em torno de 200 gravadas por vozes de todo o Brasil, sendo por isso considerado um compositor autoral importante da música brasileira contemporânea.

 Informações: Milton Raulino

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