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Paulo Câmara diz que serviços bancários serão preservados.

Foto: Arthur Mota
O governador Paulo Câmara disse em entrevista a Folha de Pernambuco neste sábado (21), que não cogita determinar o fechamento de bancos. Segundo ele: alimentos, medicamentos e serviços bancários, com algumas restrições e cuidados, devem ser preservados. Suspensão de aulas, fechamento de bares, restaurantes, shoppings, entre outros, foram alvos de decretos nos últimos dias. As restrições foram sendo ampliadas à medida que os números de casos confirmados também foram crescendo.

Ontem, o número de casos confirmados chegou a 31, quando a primeira cura clínica também foi anunciada. Em meio a esse processo, o Sindicato dos Bancários chegou a protocolar ofício, na última quinta, ao Governo do Estado, solicitando o fechamento imediato dos bancos públicos e privados como medida de prevenção. O documento alerta que a categoria "está exposta a alto risco de contaminação e disseminação do coronavírus em razão da natureza do trabalho bancário e características dos locais". Nesse cenário de emergência, o governador cita as necessidades, na iminência de serem aprofundadas pela crise instalada, da população mais carente e explica: "Na questão dos bancos, tem o seguinte: "'Pessoas pobres, que dependem do Bolsa Família, por exemplo, elas precisam sacar o dinheiro para poder comprar alimentos'". Nesses cálculos que visam a minimizar os impactos, a despeito de toda adversidade, e acabam deixando os bancos de fora do rol de decretos, entram ainda as medidas adotadas pelo Governo Federal, também no combate aos efeitos da pandemia sobre a economia. Entre elas, estão: a antecipação de abono salarial e do 13º para aposentados e pensionistas do INSS e mais saques do FGTS em estudo. Essa conta em busca de algum alívio não fecha sem os bancos. É o que sinaliza o governador Paulo Câmara.

Fonte: Folha PE

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