sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Balanço das atividades do Centro de Controle de Zoonoses em Garanhuns é divulgado

Foto: Divulgação

A Secretaria de Saúde de Garanhuns, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), apresentou, esta semana, ao Conselho Municipal de Saúde, o balanço das atividades realizadas no controle de doenças transmitidas para o homem por meio de animais. Os dados informados são referentes ao primeiro semestre deste ano [até a primeira quinzena de julho]. Além do trabalho de apreensão de animais abandonados nas ruas, do incentivo à posse responsável e controle da dengue, a instituição executa programas de controle da esquistossomose, doença de chagas, raiva e vigilância da peste.

Três equipes de agentes, que trabalham no controle e vigilância dessas endemias, atuam tanto na zona urbana quanto na área rural. As ações realizadas durante o primeiro semestre de 2014 chegaram a 49 localidades, incluindo sítios, fazendas, povoados e vilas da zona rural e algumas localidades da cidade. O CCZ está localizado no loteamento Manoel Camelo, na Cohab II, e funciona das 7h30min às 13h30min.

Para o controle da esquistossomose, conhecida como barriga d’água ou doença do caramujo, foram realizados 2.283 exames, sendo 2.222 (97,3%) negativos e apenas 61 positivos, que foram medicados na própria localidade. O Programa Municipal de Controle da Doença de Chagas - conhecida como doença do barbeiro e coração de boi - trabalhou em 1.462 casas na busca ativa do inseto transmissor, instruindo 3.341 habitantes. O Programa de Vigilância da Peste visitou 267 casas, levando orientações técnicas e preventivas sobre a peste bubônica. Para controlar a raiva animal em nosso município, foram aplicadas 1.582 vacinas antirrábicas em cães e gatos da zona rural de Garanhuns.

O diretor do Centro de Controle de Zoonoses de Garanhuns, Kleber Fernandes, fala sobre o papel do centro. “A grande missão do CCZ é prevenir doenças e promover saúde. Com a disponibilidade desses serviços, o Governo Municipal tem diminuído o risco de contaminação da população e tem evitado a evolução das doenças para quadros crônicos, oferecendo exames e tratamentos, minimizando o sofrimento dos pacientes e dos seus familiares, gerando bem estar e melhoria na qualidade de vida das pessoas”, ressaltou.

Ruthe Santana

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