quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Fim do Silêncio! Obama acaba a regra que obrigava militares americanos a esconder homosexualidade.

Chegou ao fim a regra criada no governo do então Presidente americano Bil Clinton que obrigava militares homossexuais a esconder sua orientação sexual. Esta foi uma promessa de campanha de Obama cumprida na terça-feira (20).
Até agora, os homossexuais que serviam nas Forças Armadas dos Estados Unidos eram obrigados a esconder a sua orientação sexual ou perdiam o emprego, tudo por causa da regra do chamado "não pergunte, não conte".

Após vários debates, a Câmara dos Representantes e o Senado finalmente votaram pelo fim da política do "não pergunte, não conte". No final de julho, Obama, o secretário da Defesa, Leon Panetta, e o chefe do Estado-maior Conjunto das Forças Armadas, Mike Mullen, deram sinal positivo para à abolição da política.

Em 1993, Bill Clinton tentou eliminar a proibição de homossexuais nas Forças Armadas dos EUA, mas o que conseguiu foi um acordo de silêncio dos generais. 

Amannda Oliveira

Um comentário:

  1. É realmente um absurdo! os gays pretendem agora ditar até como as guerras devem ser travadas, em breve obrigarão que os tanques sejam pintados de cor de rosa e as tropas se vistam de rosa-choque, os rifles então?que feios! eles deveriam ser todos azul-turquesa com detalhes entalhados de alegres flore primaveris!

    Mas falando sério, como fica um sargento na hora de escolher dentre a tropa quem fará missão suicida? ele mandará seu companheiro de alcova? e a subordinação hierárquica, como fica? o sujeito de noite é a mulher do cabo e de dia é seu tenente comandante? ainda há outras dietribes menores, homens não gostam de ser objeto de cobiça homossexual nos banheiros coletivos,s e antes eles eram obrigados a conter-se, agora liberados será inevitável o assédio.Tem ainda os casos patológicos: homossexuais que se acham do sexo oposto, usarão saias? como as mulheres militares? usarão batom e rouge? podem por silicone nod peitos e na bunda?.

    Tenham paciência! esses grupos homosexuais americanos saõ altamente articulados e fortemente subsidiados pela indústria pornô e pela mídia em geral devidamente aparelhada por coreógrafos, maquiladores, roteiristas, autores, artistas, etc... e mesmo depois de terem perdido votação no congresso americano, graças a atuação de herois, homens como senador McCain, apelaram judicialmente, e fizeram voltar ao congresso aderrubada de uma lei boa e óbvia: ou seja, homossexuais sempre existiram e sempre existirão em qualquer instituição do mundo,inclusive as forças armadas, MAS eles devem se adequar a elas e não o contrário, como afinal ocorre com quaiquer outros grupos, se o indivíduo tem uma incompatibilidade, física, religiosa, filosófica, moral, etínica ou porque não? - sexual, em relação às atividades militares dos EUA, então que procure outra profissão. É SIMPLES ASSIM!

    Ninguem pode negar que um gay possa eventualmente vir a ser um herói de guerra, ou um grande comandante, essa não é a questão. A questão é submeter toda uma instituição americana, secular e honrada a moldar-se, curvando-se a interreses perniciosos, alienados de seus propósitos maiores( defesa dos interresses geopolíticos nacionais),e que estupidamente de fora para dentro, de cima para baixo, pretendem ditar o que e como as forças armadas devem trabalhar. Aí esta, a aberração de atender as frescurites dos gays militares, eles querem as camas de casal e não as metralhadoras, os beijos em público, a sodomia mas isso tudo desgraçará, por dentro, a estrutura e moral da tropa. Lula e chavez têm medo do imperialismo americano - Calma pessoal, que agora essa Coca é fanta!

    marcilio leão

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