Cultura Popular dá o tom e o som no Largo Colunata durante o Festival de Inverno de Garanhuns

 Foto:Bráulio Santanna


O Espaço Colunata é mais uma vez , reservado a Cultura Popular e no terceiro dia do Festival de Inverno de Garanhuns pegou fogo. As apresentações começaram cedo, às 10h a aconteceu o Casamento de uma noiva solteira, depois passaram por lá nomes como o Grupo Forrogaço, a Banda de Pífanos de Caetés , o Reisado de Garanhuns Cultural liderado por Luiz Gonzaga de Lima, o Gonzaga de Garanhuns. Seu Gonzaga possui 72 anos de idade e dança reisado desde 1955, quando tinha  12 anos. É um ícone vivo da cultura garanhuense e um dos maiores responsáveis pela divulgação da cultura na cidade, incentivando a criação de grupos de reisado e produzindo literatura de cordel que conta histórias de Garanhuns.

O Grupo Afoxé Elegbará começou a se apresentar, por volta das 13h. O grupo recifense, comandado pelo Mestre Carlos Sereia, transformou músicas já conhecidas nacionalmente em versões especiais.


O Samba de Coco Santa Luzia, da Comunidade Quilombola de Atoleiro, criado em Caetés, há 150 anos atrás, encantou e colocou o público para dançar com sapateado e palmas de mão e depois com a dança do lenço. O grupo foi ovacionado pelo público.


O Cavalo Marinho Estrela Brilhante de Condado, subiu ao palco às 15h. O grupo criado em 2004 por um grupo de folgazões tinha a frente o mestre Antônio Menezes Teles que faleceu deixando para sua filha a Mestra Nice a missão de levar a tradição familiar adiante. E eles estão fazendo isso com muita competência.


O grupo sacudiu o Largo do Colunata e chamou quem estava presente para dançar com os integrantes em uma roda. O Cavalo Marinho é uma variante do Bumba-meu-boi, e tem uma forte atuação na zona da mata do estado.
Quem encerrou a programação do sábado foi a Banda Musical Curica , Patrimônio Vivo de Pernambuco.
E a programação continua por todo o festival. Neste domingo , passam pelo palco a Escola de Samba Rebeldes do Samba, o Samba de Coco das Irmãs Lopes, o Projeto Roda de Sanfona e a Banda Música Euterpida de Timbaúba, Patrimônio Vivo de Pernambuco.

As apresentações começam às 10h.

Amannda Oliveira

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